Gente que Escreve

Se escrever desse dinheiro, com certeza já haveria curso superior para isso. Minha mãe encheria o peito e diria “meu filho é escritor!” com o mesmo orgulho que muitas dizem “meu filho é engenheiro!”. Mas escrever (normalmente) não dá dinheiro. Tampouco é fácil. Escrever exige tempo, dedicação, inspiração e o mais importante – algo que não se aprende, algo que alguns artistas têm, e a maioria sonha ter: vocação. Talvez você tenha vocação para moldar as palavras, ou talvez você seja como eu, que simplesmente tem as mãos trêmulas quando pega n’uma caneta e tenta passar ao papel o que pretende dizer. Admito, fico horas para escrever umas poucas duzentas palavras. Só escrevo em meio à solidão, o breu, o silêncio, a paz. Risco palavras, risco frases, risco parágrafos inteiros. E reescrevo. Reescrevo com a mesma vontade que reescreveria toda a minha vida, se me fosse dado esse poder. E assim fico, por horas à fio, às vezes com papel e caneta, às vezes com meu teclado e o Word. Essas pessoas que, assim como eu, escrevem, merecem ser lidas. Algumas, confesso, merecem mais até do que eu – não que eu seja lido com frequência, claro. E algumas delas não tem a visibilidade que merecem, ou que eu julgo merecer. Essas pessoas, e suas respectivas páginas, estão listadas abaixo:

Hiago Vinicius – Canhotices Negritudes

Phillipe Lopes – Guilhermo me Disse

Deyse Resende – Rainha da Confusão

Igor Ferreira – Biofóbico

João Pedro – Itinerário da Ilusão

Mariana Prado – Menina das Colchas

4 pensamentos sobre “Gente que Escreve

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